terça-feira, 31 de maio de 2016

Crítica ao vídeo do colega

O vídeo sobre o objeto interativo da Luísa Herculano consiste no uso do stop motion para demonstrar uma das possibilidades de uso do mesmo, dando destaque a sua capacidade de emitir luzes. Para isso, o grau de iluminação usada foi muito adequada e os efeitos luminosos, com sua pluralidade de tons, se ressaltam.
 O cenário escolhido cuida para que a atenção do espectador se concentre apenas no objeto, o que faz com que aquele crie sensações mais ricas a partir deste, Com efeito, é possível entender a proposta da interação, mas o papel dos imãs não apareceu tão evidente quanto seus outros potenciais.
 O ambiente sono, por sua vez, tem sua parcela significativa na construção de sensações sobre o vídeo, e ele cumpre esse papel. No entanto, não dialoga de forma intensa com as atividades expostas durante o vídeo, mas também não chega a atrapalhar na compreensão dos seus componentes.
 Link para o vídeo : Vídeo editado do objeto interativo

domingo, 22 de maio de 2016

Objetos combinados

 Para que o objeto do Pedro Henrique possa expandir funcionalmente ele pode ser combinado com o objeto da Luíza Helena, cujo funcionamento consiste na produção de sons aliado à leds que respondem a intensidade daqueles. Poderia, também, ser acoplado ao objeto da Sarah, que são almofadas que vibram de acordo com a pressão exercida sobre eles.
 A combinação desses três elementos eleva o objeto inicial à interface proativa, pois responde de mais formas ao estímulo dado pelas pessoas e, além disso, ofereceria percepções mais ricas a partir do toque.
 Assim sendo, isso seria possível retirando a base do objeto da Luíza e os materiais que servem para produzir ruídos, restando os leds e o microfone, que iriam ser colocados ao redor do tecido, assim quando este emitisse sons os leds responderiam emitindo luz. Já as almofadas ficariam na parte da frente, entre as pessoas, conectando-as na partilha de sensações táteis, com o mesmo princípio de acionamento, ou seja, por pressão.

Storyboard do projeto


sábado, 21 de maio de 2016

Apropriações do espaço

Parkour

 Treino de transposição de obstáculos do ambiente, como escalar muros, equilibrar em corrimãos ou saltar sobre vãos. Entretanto, seus praticantes consideram que seja, além disso, a incessante busca pelo desenvolvimento da autonomia do corpo e da mente sobre os desafios do cotidiano.
 Tal atividade não é um esporte, mas sim um desafio pessoal, para lidar com o próprio corpo sem o uso de acessórios. Não há regras ou juízes determinando o certo ou errado, não há competidores e por isso, ganhadores ou perdedores. É uma atividade rica em experiencias e valores para o desenvolvimento do ser humano em seu potencial, uma interação e reaproveitamento do ambiente ao redor, sem padronização.

Deriva

 Técnica de andar sem rumo que se mistura à influência do cenário.A deriva se fundamenta nas ideias de que todas as casas são belas,a arquitetura deve se tornar apaixonante, as reivindicações revolucionárias de uma época correspondem à ideia que essa época tem da felicidade e que a valorização dos lazeres não é uma brincadeira, é preciso inventar novos jogos.

Flanêur

  As três palavras que melhor definem esta prática são caminhar, observar e imaginar. Observar a vida urbana, notando as mudanças acontecidas e que vem ocorrendo em continuidade, para absorver, embebedar-se da realidade que governa as cidades modernas. Desvincula-se do particular, recrimina o privado, de forma a ver a rua como lar, refúgio e abrigo. O fanêur do século XIX representou a angústia da Revolução Industrial.
  Mesmo que não seja habitante da rua, o indivíduo flanêur utiliza sua janela para fazer sua observação e seu retrato, pois ele é como um fotógrafo. Porém, além de imagens ele registra ideias, sentimentos e atitudes, descreve tudo com perfeição e carinho, ama o mundo exterior e dele faz não só seu ideal profissional como também emocional.

Rolezinho

 Os rolezinhos seriam uma forma de os jovens garantirem seu direito à cidade subvertendo as imposições colocadas por autoridades públicas e empresas privadas, reutilizando esses locais de acordo com seus interesses. A maioria desses jovens vive nas periferias das cidades e ao chegarem nos centros comerciais eles passeiam pelos corredores e praças de alimentação, tiram fotos, cantam e executam alguns passos utilizados nos bailes funk.

Flashmob

 É usado para se referir a um grande grupo de pessoas que se juntam repentinamente em um local público para realizar alguma ação e rapidamente saírem do local. São eventos combinados através da internet e previamente sincronizados. Um dos mundialmente famosos é o Pillow Fight, que consiste no encontro de pessoas munidas de travesseiros para guerrear por alguns minutos e então voltarem para casa.













Stop motion do objeto interativo



domingo, 15 de maio de 2016

Objeto interativo







Praça da Liberdade croquis

Croqui sobreposto
 Biblioteca Municipal

Crítica ao objeto alheio

  O objeto interativo do Pedro Henrique cumpre de maneira eficaz a função de promover a interação entre duas pessoas, uma vez que necessita do contato físico para emitir um estímulo sonoro, que proporciona um ambiente agradável através de sua sonância delicada. Com efeito, não só potencializa o tempo de permanência em um abraço, por exemplo, como também incita os usuários a descobrir maneiras diferentes de toques para fazer o objeto funcionar, já que não existe um jeito certo ou errado para isso, o que torna o instrumento programático.
  No entanto, sua interfase é reativa, ou seja, tem seu output condicionado e definido, independente da forma escolhida de interação. Em consequência, a resposta do objeto torna-se repetitiva e não dá abertura à intervenção e personalização pessoal. Além disso, não possibilita a interação entre um grupo de pessoas, tendo em vista que a experimentação é entre dois indivíduos.
 O objeto possibilita, portanto, a interação entre pessoas, mas precisa potencializar a experimentação. Para isso, poderia ser incluído, além da presente sonoridade, efeitos luminosos com os quais os usuários pudessem manipular e que interagissem com o som. 

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Objeto interativo em trio para corte

A proposta desse objeto é despertar a criatividade nas pessoas trabalhando com o que lhes é familiar, através da produção das formas, explorando o que elas são capazes de fazer com peças soltas com possibilidade de conexão de diversas maneiras,além de não existir resultados certos ou errados.
Está montado inicialmente em forma cubica para exposição, mas pode ser totalmente desconfigurado e assim estruturar outras conformações. Com efeito, funciona mais ou menos como um tangram que, entretanto, pode ser utilizado em três dimensões e alem disso, há, por causa desse aspecto, a possibilidade de se aproveitar da iluminação para fazer um jogo de sombras,uma vez que o objeto é vazado.

Parque das Mangabeiras

Durante a visita ao Parque das Mangabeiras, foram realizados croquis de segundos sobre pedras localizadas em um dos mirantes, um destes croquis, no entanto, foi editado por outro colega, para que ele pudesse dar sua visão perspectiva sobre o mesmo objeto.
Segue o produzido em poucos segundos

Editado por outro colega

Croquis das partes interna e externa da Escola de Arquitetura da UFMG